27 de junho de 2014

Snow white

"The Queen
so fair
the mirror bright
it says her name
but thinks
Snow White"






23 de junho de 2014

E se assim não fosse, como seria?

"Nós e nossas misteriosas disposições pessoais para o erro" 
 André Gomes - Revista Bula

14 de junho de 2014

E se a gente dissesse sempre a verdade?



13 de junho de 2014

Tão eu


De várias maneiras.


11 de junho de 2014

Banzo e sapatos

Faz tempo que decidi tirar de minha vida toda ideia de tristeza. Mesmo que fosse preciso parar de ouvir meus artistas favoritos (aquele que se matou com uma faca no peito. O outro que morreu afogado no afluente do Mississípi. Tantos levados por doenças avassaladoras, outros que morreram de overdose. Sem falar nos que ainda estão por ai se arranhando com a vida). 
Prosa, poesia nem pensar.
Existir na superfície. Buscar só o riso fácil, não me engajar em luta nenhuma.
Muito light.
Muito clean.
Me entreter com os desenhos animados que acompanho com meu neto, tentando enxergar a vida como ele enxerga, ainda sem dor, sem nenhuma mácula. Tudo tão fácil de resolver na última cena. 
Eu acho a vida boa, acho sim. Na verdade, não estou reclamando.
Talvez seja a tal crise da meia idade. 
As coisas parecem tão definitivas agora e, ao mesmo tempo, penso recorrentemente que a vida me espera em algum outro lugar onde não vou chegar nunca porque perdi o bonde ("e a esperança. Volto pálido para casa")
A amiga diz: "alegria vem em frascos".
E eu penso:
- Não me interessa mais ser cínica.
Talvez apenas sapatos confortáveis.
No fim, é como pular da frigideira para o fogo: superfície não se basta. E eu ando triste porque não sei mais como sair dela.

11 de março de 2014

7 de março de 2014

Ser ou não ser (antissocial) eis a questão.

Ele me convidou para uma feijoada e não fui. Depois disso a amizade ficou estranha. Nunca fomos muito ligados, mas havia uma cordialidade que ficou meio abalada depois disso. Finjo que não percebo, mas está lá o elefante no meio da sala.
Nunca fiquei chateada com pessoas que não aceitam convites meus. Sempre entendi que era uma coisa opcional e a amizade continuava. 
Talvez seja mais fácil ser antissocial em familia. Ninguém vai deixar de ser seu irmão, sua sobrinha ou sua prima se você furar um ou noventa por cento dos convites.
Presume-se que eles lhe conhecem bem e sabem que é o seu jeito. Não tem nada a ver com falta de consideração ou de afeto.
Eu não gosto mais de ir a lugar nenhum, tirando aniversário de criança e cinema. Mas agradeço de coração as pessoas que ainda lembram de mim. Mesmo que não passe disso. Tenho uma amiga de longas datas que me chamou para festas nos últimos vinte anos.
Gosto dela demais, mas nunca fui em nenhuma.
A última vez que nos encontramos ela falou sobre isso, em um tom meio de queixa. Pensei: agora vai parar.
Que nada. Alguns dias depois recebo um novo convite da criatura.
E dessa vez, pelos mais variados motivos, não tive como ir mesmo.
E não adianta ser sincero quanto a questão. As pessoas de modo geral não aceitam quando se tenta explicar os mecanismos que fazem você ter tanta resistência em socializar.
Já tentei e vi  que mentir é mais fácil. Todo mundo aceita melhor. 
- Tá, eu vou. Obrigada.
E não vai.
Então começo a pensar que o problema já não é mais só meu.

17 de fevereiro de 2014

12 de fevereiro de 2014

TOM HIDDLESTON DANCING!

Só queria saber se é pecado gostar mais de Loki que de Thor!