4 de setembro de 2011

Depois dos dezoito....

Ontem esqueci o remédio para baixar o colesterol. Hoje esqueci o remédio para o estômago. Vou jogar todos no lixo e comprar alguma coisa para a memória, está decidido. (Rasgando milhões e milhões de papéis e reencontrando o passado em caixas até então largadas no quarto da bagunça. Cartinhas dos meninos pequenos: Mãe te amo do fundo do coração. E outras coisas. A casa está toda destruída pela reforma. Você olha e pensa: isso não vai dar certo. Ansiedade mode-on, não consigo dormir. Minha filha diz: mãe tem gente que passa a vida inteira arrumando a casa. Seu mal é a pressa. Seu mal é a pressa,  lembro do meu pai. Ele adorava repetir isso quando ficava com raiva de mim. O quanto é preciso esperar quando você não quer esperar mais nada? Tá, deixa pra lá).

9 comentários:

Lélia Maria disse...

calma que acaba. tb pensei que não fosse suportar. acabou. suportei. boa sorte aí. beijos

A Spínola disse...

Ops! Olá Anne, nervosa? Bjs

Belos e Malvados disse...

Estou mais pra ansiosa, Augusto. E impaciente. rs.

Beijos, Lélia. Saudades.

A Véia do Blog disse...

Detesto esperar, acho que se fosse comigo, eu mesma reformaria a casa rsrs

Shuzy disse...

Eu poderia tentar escrever qualquer coisa bonita aqui. Mas, não posso mentir, a paciência também é uma arte que não domino. ehhe

Srtª Vihh disse...

Ultima frase. É verdade.
Gostei.
bjOus

Danielle Martins disse...

O quanto é preciso esperar quando você não quer esperar mais nada? quem souber me dá a dica...

Leonardo Xavier disse...

Eu acho que deve existir algum círculo no inferno onde as pessoas são obrigadas a residir em casas eternamente em reforma! Pense num treco chato!

Maria do Carmo Vieira disse...

Pense no lado bom de tudo isso, Anne... Daqui a pouco vc vai estar com uma casa massa, arrumadinha, toda sua. Bjus!