5 de agosto de 2009

Mais do mesmo e o sexismo na tv

Julho foi o mês mais violento deste ano em Feira de Santana, nem vi os números porque ando meio psica com o assunto e não quero piorar. Terra de ninguém. Compenso o medo com música. Passei dois anos ignorando solenemente Release the stars, do Rufus, esperando o lançamento de outro álbum com a delicadeza e a consistência de Poses e Want one. E o que acontece? Agora ouço as faixas separadamente e gosto. E o que é melhor, entendo. Entendo a motivação.
Já tinham me dito isso. Que era preciso paciência. Não levei em conta porque ou me apaixono na hora pelas coisas ou desisto delas. Um código interno. Paguei prá ver.
Daqui a pouco vai começar mais um episódio de Top Chef, aquele reallity show onde vários cozinheiros disputam um prêmio em dinheiro e a chance de abrir o próprio restaurante. Semana passada duas mulheres e um homem ficaram entre os melhores. Ganhou o homem. Dois homens e uma mulher ficaram entre os últimos. Saiu a mulher. Fico tristissima com esse mundo.

6 comentários:

Caminhante disse...

Eu tbm sou assim. Alias, se por um lado é bom baixar as músicas que a gente gosta, por outro a gente perde o prazer de descobrir as músicas aos poucos. Coisas do tempo do CD, fita cassete e disco.

Ana disse...

Ou as coisas se apaixonam imediatamente por mim ou eu desisto delas.






Mentira. Faço de conta que não me importo. Ignoro. Mas isso não significa que eu não "sinta", afinal, certo?

Lélia Maria disse...

quando o assunto é paixão, eu sou muito tolerante. e minha tolerância costuma ser tão elástica que me irrita. este mundo já me deixou mais triste, mas eu resolvi viver numa dimensão paralela, quase poliânica. amo vc! lol

Marcinha disse...

Bom dia

Obrigada por retribuir a visita , fiquei feliz com sua passagem pelo blog.
Quanto ao trabalho com crianças em sua cidade fico muito feliz em saber que em várias partes desse grande Brasil existem pessoas especiais, que dedicam um pouquinho do seu tempo a quem precisa tanto, de um gesto de carinho, atenção, e um olhar interessado no lado humano de cada paciente , e não apenas no lado clínico.
Sei bem como é isso , tive um filho que faleceu com 5 anos , ele tinha leucemia (LLA).
Em decorrência do tratamento quimioterápico ficamos muito tempo convivendo em hospitais , compartilhando da necessidade do amigos que fizemos ...
Por isso acho que tenho um pouco de conhecimento de causa...
Enfim é isso ...
PS: Uma das maravilhas da tecnologia moderna é poder me comunicar com alguém que está geograficamente tão longe.
Pelo seu comentário voçê está em Feira de Santana , eu estou em Curitiba lugares totalmente opostos...acho ótimo isso !!!
Nossa !!! Escrevi demais...
bjos

teo disse...

O TOP Chefe deste ano está muito igual... agora a saída da mulher no último programa foi vacilo dela... se estivesse lá faria um churrasco de lingua bovina para deixar aqueles metidos a refinado babando...
beijo grande

Belos e Malvados disse...

P/ Caminhante. É, eu sei que a gente perde muito não dando tempo às coisas. O problema é que fico esperando que elas causem pelo menos um "estranhamento" à primeira vista...

P/ Ana. Rialto. Boa atitude.

P/ Lélia. Tenho sido menos flexível quanto a este assunto ultimamente. Mas apoio completamente esse negócio de viver em outra dimensão. Quem suporta tanta realidade???? (Acho que é por isso que fico assustada quando saio da minha bolha e percebo que ainda há preconceito demais nesse mundo). Amo vc tb.

P/ Marcinha. "Uma das maravilhas da tecnologia moderna é poder me comunicar com alguém que está geograficamente tão longe". É justamente por isso que mantenho este blog, mesmo aos trancos e barrancos. É a parte mais bacana da coisa.

P/ Teo. Tá ela vacilou. Mas e o Howie? Vacilou mais ainda e não saiu: duas vezes no bottom 3 e ainda foi grosseiro com o Anthony Bourdain no primeiro episódio. Tsc, tsc...
Que tal tb um churrasco de fígado para os gringos? Eu gosto.
Bjo.