20 de maio de 2011

17 de maio de 2011

Então

- Mãe, não acredito que a senhora está fritando ovo com manteiga...
- Pois acredite.
- Por que?
- Óleo de soja faz mal e margarina engorda. Ou vice-versa.
- Manteiga também.
- Então.

(Juro que se vocês tiverem um pouco de boa vontade vão enxergar alguma lógica nisso)

Não existe assombração.
Nesse mundo desincerto 
tudo é o homem.

(Céu de amianto, Bruna Lombardi - vibe de hoje)

15 de maio de 2011

A pergunta que não quer calar

O especialista em insetos (etomólogo) disse no programa de tv que uma barata possui oito cérebros. E enquanto o ser humano tem um cristalino em cada olho,  a danadinha ostenta duas mil lentes naturais. Agora me respondam. Para que isso, meodeos????????????????????????

14 de maio de 2011

Thor

Hoje farei o que toda pessoa normal faz aos sábados. Dormir a tarde inteira. Ir ao cinema.  Thor entrou em cartaz justo quando Sem Graçópolis Feira de Santana acabou de estrear a primeira sala de projeção em 3D (Urruuuuuu) . Minha filha assistiu antes de mim e detestou. Mas vou contando. Não tem nada nesse mundo que me impeça de ver Thor,  herói preferido desde que passava o desenho animado nas minhas tardes de menina.
Tão tudo a ver. O filho de um deus poderoso é condenado a viver na terra como um mísero mortal, cheio de limitações e sem supor de quem se tratava de verdade. Não sei se o filme parte dessa premissa, mas manda bronca, Thor. Estou chegando.


Pelo sagrado martelo de Thor, Batman. Acho que entramos no post errado

Ruido é tudo

Duas amigas se comunicando por e-mail:
- Estou achando você tão doida esses dias
- Você me chamou de doida? É tão evidente assim? (risos)
- Doida não, maluca. Doída. De dor............

11 de maio de 2011

Vejam só como é a vida:

Eu aqui reclamando que não sei cozinhar


e nem imaginava que era dona de um estabelecimento tão charmoso.

10 de maio de 2011

Paciência nunca foi uma das minhas inúmeras qualidades. A gente pensa que o tempo lapida comportamento, mas nem sempre. Ainda não me sinto pronta para passar a tarde inteira enrolando milimetricamente biscoitos de goma por exemplo. Aposto que desistiria na metade e jogaria a massa fora. Exatamente como já fiz antes. Embora seja apaixonada por tudo que diz respeito a culinária, acho que não cozinho de fato porque não seria capaz de dar a atenção e o tempo que a atividade exige merece. Mesmo assim esses dias inventei de  preparar um gaspacho. Como errar numa sopa fria? Na-na-ni-na-não. Nem eu. Bati todos os ingredientes no liquidificador e pimba: a base do copo não estava bem atarrachada, ficou presa no motor e o líquido foi todo para o chão. Além de ficar sem sopa ainda tive que limpar a cozinha: minha cara. Fato que me lembrou outro episódio. Estava recebendo visita para o almoço, resolvi  servir macarrão e ele grudou completamente. Sorte que uma das convidadas resolveu arregaçar a manga. Ela pegou óleo de soja e passou  nos fios da massa até que se soltassem e absorvessem o molho. Enquanto isso sabem o que fiz? Fiquei no canto da cozinha. Chorando. Horrores.

9 de maio de 2011

Vinte anos. Conta?

Ontem teve a primeira partida das finais do Campeonato Baiano de Futebol. Eu estava na maior torcida para que o Bahia de Feira vencesse e ficasse em uma situação cômoda no jogo de volta em Salvador domingo que vem. Marido é torcedor do Vitória e não gostou muito, claro.
Eu insistindo:
- Poxa, está na hora do título vir para o interior...a última vez foi em 86.
Ele:
- Eita!!!!!!!
- 96.
- Eita!!!!!
- 2006, né? 2006!!
- Tudo bem, Belas. Você só errou por uma diferença de vinte anos.


Prestenção Luca: não aprenda essas coisas com a vovó

8 de maio de 2011

O Caso do vestido. Cinco.

Uma pessoa muito próxima da gente chegou aqui em casa no Natal com presentes para minhas filhas. Trouxe um vestido sério e clássico para a informal e um bem despojado para a mais tímida e clássica. A criatura justificou que tinha curiosidade de ver as meninas mudando um pouco de estilo. Tudo bem. Os vestidos eram realmente bonitos, mas não deu outra. Ficaram um tempão no guarda-roupa até que as duas tiveram a brilhante ideia de trocá-los entre si. A clássica com o clássico. A despojada com o despojado.
Perguntei:
- Mas por que vocês nem quiseram tentar?
E uma delas:
- Porque iria soar falso.

6 de maio de 2011

O caso do vestido. Quatro.

Eu estava usando um vestido branco com bolinhas vermelhas, de alças finas e corte evasê quando ele me pediu em namoro. O menino era até bonitinho, mas eu achava meio chato, daqueles bonzinhos-demais, agarrados na barra da saia da mãe, então nem cogitei a hipótese.
- Por que você não cresce e me esquece, menino? (Não disse. Nunca tive coragem de falar coisas desse tipo. Só pensei).
Muitos anos depois soube que a criatura estava morando em outro estado, era líder de uma banda de rock underground. Amigos em comum me mandaram fotos e vários vídeos das apresentações dele. E vou contar. Cheio de tatuagem e atitude, voz linda de matar e uma presença de palco pra lá de sexy.

A minha sorte foi que Feira de Santana ainda não tinha viadutos naquela época.

Agora que vocês foram apresentados ao meu neto, resolvi guardar a foto dele junto com todos os comentários carinhosos. Agradeço de coração. No mais, o blog anda meio esquisito mesmo, mas é puro cansaço da criatura de carne, osso, gordurinhas extras, dias-cheios-ultimamente e dor na batata das pernas. Ontem pensei em falar "isento" saiu "ileso". Quer dizer... sem condições de fazer sentido. Pelo menos por enquanto.