17 de abril de 2011

Felino feelings

Tenho sonhado recorrentemente com a casa onde morei até os onze anos. Fica aqui mesmo em Feira de Santana, mas totalmente fora do caminho.
Digo para marido: Vamos passar por lá amanhã? A casa está me chamando.
Ele:
-  Você conhece as pessoas que estão morando lá agora?
- Claro que não. E faz diferença? É só passar em frente a porta.
Ele fazendo cara esquisita:
- Já parou para analisar essa fixação? É a casa de sua avó lá em Garanhuns, é a última casa onde moramos antes de vir para este bairro, é a casa do tempo de criança...
Eu:
- O que é que tem?
- Sei não, parece gato.

10 comentários:

Lucila disse...

Nem todo mundo entende certas amarras...

Mariana disse...

Meu marido lhe daria a maior força...nunca vi alguém tão ligado ao passado e lembranças da infância, que simplesmente nada mais a ver!

Leonardo Xavier disse...

Esse seu marido, tem umas tiradas ótimas.

^^

Belos e Malvados disse...

Leo, o pior é que essa última observação dele me deixou pensando um bocado. Acho que é assunto para outro post, ainda estou absorvendo.

Danielle Martins disse...

Tem coisas que é difícil de largar, né?!
Bijinhos!

Lélia Maria disse...

é pq canceriano é muito caseiro. vc leva isso a sério, ao pé da letra.

liasergia disse...

hahahahahaha

Concordo.. parece gato. Figuraça!


:D

Maria do Carmo Vieira disse...

Cena de teatro, Bela!

maria de fatima disse...

Ninha, se não me engano a casa agora é um escritorio de contabilidade .Acho que é defeito de familia querer rever as casas onde moramos, sempre que posso passo em frente a casa "do pombal", lembra? e me dá uma vontade de entrar pra ver se continua igual às minhas lembranças, que saudades!

Belos e Malvados disse...

Eu também queria muito conhecer a casa do pombal por dentro, Fau. Tanto que mamãe falava. Mas ela está tão acabadinha.