18 de janeiro de 2011

Padecer no paraíso ou o avental sujo de ovo

O post da Caminhante me deixou cheia de reflexões esses dias.  Lembrei até de uma história que aconteceu comigo e uma ex-colega de trabalho. Na época, ela era nova na empresa.   O rádio estava ligado perto da gente quando comecei a cantarolar uma música na maior animação. O que fazia sempre, diga-se de passagem. A criatura então olhou para mim e saiu com essa:
- Nossa "Belas", você é tão alegre. Nem parece que é mãe.
...
...
...
O pior é que foi sério.

(Ontem reli o post abaixo e achei o último parágrafo meio esquisito. Reescrevi para deixar mais claro, seguindo o principio básico de qualquer texto: quando você quiser dizer alguma coisa, diga. Complete o raciocínio. É que às vezes a gente esquece).

8 comentários:

Leonardo Xavier disse...

Eu não sei, mas eu desconfio dos motivos dela estarem relacionado aquelas pessoas que por passarem a ter mais responsabilidade passam a exercer uma pose de pessoa séria e de credibilidade, que eu sinceramente detesto.

Mariana disse...

E mãe, tem cara de que? Que mentalidade!
Anne, tenho que me policiar também, pois tenho o péssimo hábito de não terminar as frases e deixar a conclusão só comigo, como se todos fôssem adivinhos.

Danielle Martins disse...

Ai! a fala! Por que não escolhemos sempre por escutar?!

S. disse...

eu uso coque, irmã!!!!
rsrrsrrs
saudades daqui, afe!!! adorei o novo layout.

Borboletas nos Olhos disse...

Estou rindo aqui...muito. Escrevi lá na Caminhante que não sabia ser mãe e era um pai apenas razoável. Pela métrica da tua colega em relação a alegria, vou repensar até isso. Bjs

Maria do Carmo Vieira disse...

É, sei como é esse negócio de "esquecer" (aff!). Essa menina né mãe não, é? Tadinha...

Lélia Maria disse...

antes de helena eu não era exatamente nem triste, nem alegre. hoje eu sou os dois.

Belos e Malvados disse...

Também acho isso, Leo. E também detesto.

Não é Mariana? Mas como a professora tem que ter óculos e coque, a mãe tem que ser sofrida e sisuda.

Já diziam os antigos: silêncio é ouro. (Na verdade ainda preciso aprender isso, Danielle).

Saudades de você querida S.

Repensa não, Borboletas. Aposto como tem funcionado do jeito que é.

Maria, na época não era. Hoje não sei.

Ai, Lélia, nem vou dizer nada.